"A cesura enerva-me no estomâgo.
Cortei de manhã as pontas dos dedos mas sei já que
elas crescerão de novo a proteger as unhas.
Talvez a vida seja estranha,
talvez a vida seja simples,
talvez a vida seja outra vida.
A linha branca da Beleza é a minha atitude que se transforma.
A violência do sono sobe
sonre o meu conhecimento.
Fui algures um horizonte na sucessão das pálpebras."
Nuno Júdice - O amor, um dever de passagem